são os fins-de-conversa que me obrigam a escrever. não porque precise de te dizer, quando partes, mais do que já te digo. preciso é de me dizer mais do que me digo a mim quando não estamos juntos. ficámos muito tempo a viver sob as palavras: se entretanto nos esquecermos das palavras sob as quais vivemos sei que nos vamos lembrar sempre da dor que encerrámos nelas.